casas populares paudalho

FICHA TÉCNICA 

Arquitetos: NEBR arquitetura
Localização: Paudalho, Pernambuco, Brasil
Autor: Edson Muniz
Equipe: Amanda Brandão e Chico Santos
Construção: RWM Construtora
Área: 58.50m²
Ano do projeto: 2021
Fotografias: Manuel Sá
Fabricantes: Cerâmica Bom Jesus, Alcoa, Norvidro, Pamesa, Norcola 

MEMORIAL DESCRITIVO

Sugestivas propostas arquitetônicas de moradia a preços acessíveis para população, preconizam unidades habitacionais de qualidade questionável para solucionar o déficit habitacional no país, e em Pernambuco não é diferente.

Na provocação de se pensar a moradia enquanto espaço honesto para quem a ocupa, propomos experimentar desenhar uma arquitetura de vocação simples e objetiva à vista de projetos reprimidos às imposições do programa habitacional brasileiro. 

Tingida no contexto urbano, ainda que rural, a parcela de natureza expectante ao fundo do loteamento atenuou uma verdadeira cortesia, em composição com a presença marcante da fauna regional.

A simplicidade costuma ser racional e assertiva, assim, norteou o desafio de traçar diretrizes projetuais tecnicamente possíveis para quatro casas embrionárias com 58,5m² de área útil cada. Inseridas em modestos lotes de dimensões 8m x 20m e executadas pela mão de obra local pouco qualificada, o prazo construtivo ocorreu em apenas 120 dias.

Em sua poesia, o partido arquitetônico advém da sombra, ao gravitar um certo ritmo substancial à caligrafia precisa de linhas retas no equilíbrio formal. A escassez de contornos mansos preside a altivez por pontas e arestas no apuro geométrico.

O projeto re-questiona dimensões hostis e princípios enérgicos de economia espacial estigmatizados à casa popular. No fruir do vazio edificado a partir do desenho em altura, o céu torna-se o horizonte pois pouco se tinha chão.

casas populares paudalho

FICHA TÉCNICA 

Arquitetos: NEBR arquitetura
Localização: Paudalho, Pernambuco, Brasil
Autor: Edson Muniz
Equipe: Amanda Brandão e Chico Santos
Construção: RWM Construtora
Área: 58.50m²
Ano do projeto: 2021
Fotografias: Manuel Sá
Fabricantes: Cerâmica Bom Jesus, Alcoa, Norvidro, Pamesa, Norcola 

MEMORIAL DESCRITIVO

Sugestivas propostas arquitetônicas de moradia a preços acessíveis para população, preconizam unidades habitacionais de qualidade questionável para solucionar o déficit habitacional no país, e em Pernambuco não é diferente.

Na provocação de se pensar a moradia enquanto espaço honesto para quem a ocupa, propomos experimentar desenhar uma arquitetura de vocação simples e objetiva à vista de projetos reprimidos às imposições do programa habitacional brasileiro. 

Tingida no contexto urbano, ainda que rural, a parcela de natureza expectante ao fundo do loteamento atenuou uma verdadeira cortesia, em composição com a presença marcante da fauna regional.

A simplicidade costuma ser racional e assertiva, assim, norteou o desafio de traçar diretrizes projetuais tecnicamente possíveis para quatro casas embrionárias com 58,5m² de área útil cada. Inseridas em modestos lotes de dimensões 8m x 20m e executadas pela mão de obra local pouco qualificada, o prazo construtivo ocorreu em apenas 120 dias.

Em sua poesia, o partido arquitetônico advém da sombra, ao gravitar um certo ritmo substancial à caligrafia precisa de linhas retas no equilíbrio formal. A escassez de contornos mansos preside a altivez por pontas e arestas no apuro geométrico.

O projeto re-questiona dimensões hostis e princípios enérgicos de economia espacial estigmatizados à casa popular. No fruir do vazio edificado a partir do desenho em altura, o céu torna-se o horizonte pois pouco se tinha chão.

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