FICHA TÉCNICA
Arquitetos: NEBR arquitetura
Localização: Paudalho, Pernambuco, Brasil
Autor: Edson Muniz
Equipe: Amanda Brandão, Chico Santos e Kaike Nascimento
Construção: MM Construtora
Área: 70m²
Ano do projeto: 2021
Fotografias: Manuel Sá
Fabricantes: Cerâmica Bom Jesus, Alcoa, Norvidro, Pamesa, Norcola
MEMORIAL DESCRITIVO
Envolto de vales e da comunidade em expansão, o território de intervenção revela uma geografia de superfície irregular, e circunscreve a paisagem urbana de hábitos rurais. Este encadeamento de casas dá continuidade ao fenômeno social de ocupação urbana, de caráter privado, desenhado pelo escritório de arquitetura para o município interiorano de Paudalho em Pernambuco.
Há na sensibilidade de se pensar o habitar, a comunhão entre contexto e moradia em função da realização do sonho da casa própria. Esse exercício perfaz no uso de uma arquitetura simples e honesta, instrumento para inclusão e democratização da condição habitacional, ao revelar pluralidade para edificações embrionárias dessa natureza.
Conceber habitações populares vai além da narrativa projetual, pois sobretudo, a arquitetura é produto da construção e não o contrário. Vale esclarecer o compromisso basal do arquiteto no canteiro de obras – superar dificuldades impostas por limitações econômicas do arquétipo condicionado a construções artesanais locais.
Nesse processo, o partido edilício com ênfase na supressão formal, simplifica o processo construtivo e traça um conjunto de linhas retas em conformidade tingida pelo panorama topográfico. Assim, o apuro geométrico de vocabulário simples, articula arestas bordadas por volumes topologicamente puros. No seu íntimo, o vazio tangível em altura apura confabular ao morar, um espaço substancial à vida humana.
FICHA TÉCNICA
Arquitetos: NEBR arquitetura
Localização: Paudalho, Pernambuco, Brasil
Autor: Edson Muniz
Equipe: Amanda Brandão, Chico Santos e Kaike Nascimento
Construção: MM Construtora
Área: 70m²
Ano do projeto: 2021
Fotografias: Manuel Sá
Fabricantes: Cerâmica Bom Jesus, Alcoa, Norvidro, Pamesa, Norcola
MEMORIAL DESCRITIVO
Envolto de vales e da comunidade em expansão, o território de intervenção revela uma geografia de superfície irregular, e circunscreve a paisagem urbana de hábitos rurais. Este encadeamento de casas dá continuidade ao fenômeno social de ocupação urbana, de caráter privado, desenhado pelo escritório de arquitetura para o município interiorano de Paudalho em Pernambuco.
Há na sensibilidade de se pensar o habitar, a comunhão entre contexto e moradia em função da realização do sonho da casa própria. Esse exercício perfaz no uso de uma arquitetura simples e honesta, instrumento para inclusão e democratização da condição habitacional, ao revelar pluralidade para edificações embrionárias dessa natureza.
Conceber habitações populares vai além da narrativa projetual, pois sobretudo, a arquitetura é produto da construção e não o contrário. Vale esclarecer o compromisso basal do arquiteto no canteiro de obras – superar dificuldades impostas por limitações econômicas do arquétipo condicionado a construções artesanais locais.
Nesse processo, o partido edilício com ênfase na supressão formal, simplifica o processo construtivo e traça um conjunto de linhas retas em conformidade tingida pelo panorama topográfico. Assim, o apuro geométrico de vocabulário simples, articula arestas bordadas por volumes topologicamente puros. No seu íntimo, o vazio tangível em altura apura confabular ao morar, um espaço substancial à vida humana.